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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Você sabia? Atual Ministro da Fazenda lucrou R$ 217 milhões em dois anos com empresa própria

Meirelles recebeu o dinheiro em contas pessoais no exterior.

Ministro da Fazenda Henrique Meirelles no Palácio do Planalto / Valter Campanato | Agência Brasil.

Documentos públicos obtidos pelo portal BuzzFeed revelam que o lucro  da empresa de consultoria HM&A, que pertence ao atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi de R$ 167 milhões, em 2016. Os valores foram enviados para contas do ministro  no exterior, três meses antes dele assumir o cargo no governo Temer. Apesar de incentivar investidores a deixarem recursos no país, Meirelles recebeu os enormes lucros de sua empresa em contas estrangeiras.

Ainda segundo os documentos registrados na Junta Comercial de São Paulo, as movimentações bancárias coincidiram com a fase final do julgamento de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. No mesmo período, o nome de Meirelles já circulava como um dos indicados para assumir o Ministério da Fazenda, caso a presidenta saísse do cargo.

Após assumir a pasta, o ministro recebeu mais R$ 50 milhões, referente aos serviços prestados pela HM&A à multinacionais. Entre os clientes estavam a J&F,  controladora da JBS e Friboi, ligada ao delator Joesley Batista. Meirelles deixou o comando da empresa no dia em que a presidenta foi afastada do cargo.

Questionado sobre o motivo de receber os valores em contas no exterior e não no Brasil, Meirelles afirmou, em entrevista ao BuzzFeed que "confia integralmente nas instituições financeiras brasileiras e aconselha investidores a deixar seus recursos no Brasil porque o país oferece melhores relações de risco/retorno", mas que os pagamentos a ele não foram feitos aqui pelo fato de os contratantes serem internacionais. Segundo o ministro, os valores foram declarados e todos os impostos pagos, sem nenhuma transação ilícita.

Edição: Camila Salmazio

Piedad Córdoba puede llegar a ser la primera mujer negra latinoamericana presidenta

La abogada es defensora histórica de los derechos humanos y de la pacificación en Colombia, lea la entrevista exclusiva.

"Estoy aquí, pero mañana puedo no estar. En mi país no hay ninguna garantía, porque no amenazan, sino que matan" / Olivier Hansen | Ministerio de Cultura de Argentina.

Vanessa Martina da Silva

América Latina podría tener la primera mujer negra presidenta de un país. Piedad Córdoba Ruiz, abogada colombiana de 62 años, que anunció su pre candidatura al Palacio de Nariño en 2018, es un personaje conocido en los círculos de la izquierda latinoamericana.

Con sus vestidos de colores y siempre llevando un turbante en la cabeza, Piedad es una mujer con presencia distintiva, que impresiona a primera vista por su fuerza y valentía, transmitidas en su mirada. Percepción que se confirma cuando empieza a hablar. Elocuente y apasionada, es una influyente defensora de los derechos humanos en Colombia y una referencia política para toda la región.

En 2009, debido al trabajo que ha realizado pro pacificación de su país, fue señalada por Adolfo Pérez Esquivel para el Premio Nobel de la Paz, aunque no haya concursado oficialmente.

En 2012, fue considerada por la revista Foreign Policy como una de las intelectuales más influyentes de Iberoamérica.

En su trayectoria política de más de 30 años, fue senadora en cuatro oportunidades (1998, 2002, 2006 e 2010). En sus mandatos, legisló en defensa de las mujeres, de los afro descendientes, de la población LGBTTI y del tema que le garantizó visibilidad nacional e internacional: Piedad fue la gran promotora del proceso de paz entre el gobierno colombiano y las FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia - Ejército del Pueblo).

En 2010, Piedad perdió su puesto de senadora, fue inhabilitada y quedó impedida de ejercer cualquier cargo público en el país por treinta y dos años. La acusaron de traición a la patria por su proximidad con las FARC. Sin embargo, el año pasado fue absuelta y la prohibición perdió su validez. Tras la sentencia a su favor, anunció su pre candidatura a la presidencia.

Al final de 2015, en una visita a São Paulo, concedió esta entrevista en un hotel cerca a la Avenida Paulista en una soleada manãna. En poco más de una hora, contestó a una serie de preguntas sobre el proceso de paz en Colombia, la izquierda latinoamericana y lo que es ser afro descendiente en Colombia.

Los asuntos tratados hace dos años siguen actuales. Lea a las potentes palabras de la mujer que puede llegar a ser la primera mujer negra presidenta en América Latina.

NEGRITUD

Soy autora de diversas leyes contra la discriminación racial. Soy hija de padre negro y madre blanca. He sufrido con la discriminación. Abiertamente las personas te discriminan en el cotidiano. La discriminación es estructural del Estado y pasa directamente a la dinámica de la sociedad.

Creo que si no fuera negra, los medios, las personas en la calle, no me tratarían tan mal.  Soy "la amante de Chávez". Soy "la que roba el dinero de Chávez". Soy "la amante de Evo" [Morales, presidente de Bolivia], cuando no la amante de Evo, soy "la amante de Correa" [ex presidente de Ecuador]. Hay algo que es de orden racial, de discriminación.

Sólo se nos considera en el momento electoral. No hay una política de Estado para la educación, para la cultura, que reivindique que Colombia es un país multiétnico y multicultural. No hay una valoración de nuestra contribución.

Si analizamos los informes de Naciones Unidas, la mayoría de las personas desplazadas son negras y negros, mujeres y niños. Los que están en las calles pidiendo limosna son negros y negras.

MUJERES

La violencia de género en Colombia creció. Es alarmante.

Tras la firma de los acuerdos de paz, el país percibirá los verdaderos problemas que tiene, de que hay misoginia, homofobia, racismo…y lo que más se está invisibilizando es la violencia contra las mujeres. El año pasado, 1700 mujeres fueron asesinadas.

OFENSIVA DE LA DERECHA Y MEDIOS

Creo que no es raro que la derecha utilice nuestros temas, nuestros discursos en defensa de los derechos humanos para desvirtuarlos y dar a entender que lo que hacemos es una persecución a sus líderes. Eso forma parte de una estrategia de desestabilización de los países de la región.

Es muy grave porque parece que esta forma de golpe suave nos causa sorpresa. Utilizan una estrategia masiva, simultánea y no logramos responder individualmente, ni siquiera colectivamente.

Este discurso de derechos humanos tiene una ventaja muy grande en relación a nosotros: ellos poseen las plataformas de medios a favor de la derecha y hoy más que nunca utilizan sus voces para hacer que el mundo crea que somos nosotros quienes violamos los derechos humanos, nosotros los gobiernos socialistas.

UNIÓN DE LA DERECHA

Es una estructura concreta, una plataforma de la derecha financiera que posee una enorme capacidad de llenar los vacíos y utilizan el marketing político de modo perfecto. No necesitan ni siquiera tomar partido, pero tienen la capacidad de mirar a la necesidad económica de las personas.

Este es un momento de reflexión y de rectificación para que se pueda impedir el retorno de la derecha. Es nuestra responsabilidad, no se puede atribuir todo al imperialismo. Hay que solucionar a los problemas del pueblo. Hay que sentarse y trazar una estrategia continental.

En las elecciones en Venezuela [elecciones parlamentarias de 2015] hemos visto algo asqueroso. Seis ex presidentes se dieron las manos, fueron a todas partes hablando con la población, impartiendo lecciones de ética y hablando sobre el proceso electoral cuando en sus países ni siquiera lograron alcanzar las garantías democráticas, como es el caso de Andrés Pastrana [expresidente de Colombia (1998-2002)].

Entonces pueden unirse para desestabilizarnos, pero nosotros no somos capaces de unirnos para trazar una plataforma de defensa.

CONTRA EL SISTEMA

Fui inhabilitada por 32 años, con dos sentencias debido a mi posición política frente al sistema electoral venezolano y por mi posición ante las FARC.

Yo represento el contrasistema. Estoy contra los medios. Mi caso llegó a la Corte Interamericana de Derechos Humanos.

CRÍTICA A LA IZQUIERDA

Tenemos que ser muy críticos con la izquierda continental. Fuimos muy inferiores al momento. No fuimos capaces de revisar y rectificar.

Es muy importante que la izquierda latinoamericana sea capaz de percibir que tiene culpa por lo que está ocurriendo. Antes de todo, en nuestros países la unidad no existe. Nos dedicamos a escribir libros a ver quién es el bestseller de la izquierda y no a hacer política con las personas…No analizamos al pueblo que decimos defender.

El ejemplo más contundente es Venezuela. Millones de casas gratuitas, personas que estudian gratuitamente, medicamentos a bajo costo y las personas votaron contra el proceso que las favorece [en las elecciones parlamentarias]…

Lo que tenemos que hacer es defender al pueblo y crear un muro de contención, porque hoy estoy aquí, pero mañana puedo no estar, puedo estar muerta. En mi país no hay ninguna garantía, porque no amenazan, sino que matan. Lo que están matando, en realidad, es la esperanza de las personas.

Este reportaje hace parte una serie especial realizada por Brasil de Fato en celebración al Día Internacional de la Mujer Afrolatinoamericana y Afrocaribeña. Este año, el nombre del especial "Negra, soy" hace referencia al poema "Me gritaron negra", de la poeta afroperuana Victoria Santa Cruz. En un continente marcado por la colonización europea, reconocerse negra es sinónimo de resistencia.

Edición: Juliana Gonçalves | Traducción: Luiza Mançano

Charge dos nossos dias

Caindo na real.

Por Renato Aroeira.


CNS: Temer não investiu em saúde o mínimo que Constituição obriga

Segundo análise do Conselho Nacional de Saúde, aplicação de verbas em 2016 ficou R$ 253 milhões abaixo do valor exigido pela legislação.



Pela primeira vez em 27 anos, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) reprovou as contas do Ministério da Saúde, chefiado pelo ministro Ricardo Barros, relativas a 2016. Segundo os conselheiros, a gestão do presidente Michel Temer não cumpriu a aplicação mínima de 15% das receitas orçamentárias em ações e serviços públicos da saúde, como determina a Constituição. Além deste, outros problemas foram apontados em um parecer pela Comissão de Orçamento e Financiamento (Cofin) do CNS. “Essa é a mais clara demonstração do desmonte que estamos vivendo no Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou o presidente do Conselho, Ronald Ferreira dos Santos.

Analisando o Relatório Anual de Gestão (RAG) 2016 do Ministério da Saúde, o CNS concluiu que o valor empenhado no ano passado em ações e serviços públicos de saúde foi de R$ 106,2 bilhões, correspondente a 14,96% do total da Receita Corrente Líquida (RCL) do ano, que chegou a R$ 709,9 bilhões. No total, foram R$ 253 milhões a menos na saúde pública em nível nacional. “O conselho atua em defesa do SUS. Essa atitude do governo Temer está em linha com a destruição do sistema de saúde, encaminhada, sobretudo, com a aprovação da Emenda Constitucional 95, que impõe um teto de gastos para o governo”, disse Santos.

Além disso, o Ministério da Saúde não compensou integralmente os restos a pagar cancelados em 2015, como determina a Lei Complementar 141, de 2012. Dos R$ 922 milhões devidos, o governo Temer pagou R$ 483 milhões, o que amplia o total da insuficiência de verbas ao SUS para R$ 692 milhões. Todo este montante diz respeito apenas ao mínimo que o governo deve aplicar em saúde anualmente, desconsiderados os investimentos em novos equipamentos ou serviços.

Se comparados aos últimos dois anos, considerando o aumento da população brasileira e a atualização monetária, o gasto por pessoa do governo federal em saúde vem caindo. Em 2015, o Ministério da Saúde empenhou R$ 520,03. Já em 2016, foram R$ 515. Essa situação deve ser agravada com a aplicação efetiva do teto de gastos, que determina o reajuste do orçamento apenas pela inflação, a partir de 2018.

O Conselho destacou ainda que, em novembro de 2016, recomendou ao Ministério a liberação de verbas contingenciadas, sob risco de afetar o atendimento à população. “(Recomenda) Que os valores do orçamento do Ministério da Saúde que estão contingenciados sejam imediatamente liberados para empenhamento em ações e serviços públicos de saúde para garantir a prestação de serviços à população, especialmente para as transferências fundo a fundo para Estados e Municípios”, diz o item 1 da Recomendação 015/2016. Outras recomendações do CNS também não foram atendidas.

Também foram determinantes para reprovação das contas do Ministério da Saúde, a inexistência de critérios para a escolha das despesas que deixariam de ser realizadas ou que foram executadas parcialmente, em razão do contingenciamento e a queda real dos valores das transferências fundo a fundo para estados, distrito federal e municípios. Segundo o Conselho, a partir da atualização monetária, a transferência em 2016 foi 5,33% menor que em 2014. Na prática significa que as cidades receberam menos dinheiro para a rede de saúde.

O relatório do CNS sobre as contas é encaminhado ao próprio Ministério da Saúde, que depois responde ao conselho. Depois disso, os conselheiros pretendem encaminhar o documento à Câmara dos Deputados e ao Ministério Público Federal. O CNS foi criado em 1937, como órgão consultivo. Em 1990 passou a ser deliberativo, com poderes para fiscalizar as contas da pasta e garantia de participação da sociedade – que detém 50% dos assentos –, dos trabalhadores, dos empresários e do próprio governo.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde defendeu que cumpriu a aplicação mínima constitucional, com base na receita corrente líquida, em ações e serviços públicos de saúde. “De acordo com o Relatório Resumido de Execução Orçamentária, em 2016 o montante empenhado pela União foi de R$ 106,2 bilhões. O valor corresponde a 14,7% da receita federal e supera, em termos nominais, em cerca de R$ 10,9 bilhões o mínimo de R$ 95,4 bilhões, quando calculado com base no parâmetro de 13,2% da RCL, definido pela Emenda 86/2015 e aplicável a 2016.

Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), a União cumpriu em 2016 as determinações constitucionais e legais de aplicação do recurso mínimo no custeio de ações e serviços públicos de saúde (Acórdão nº 1320/2017).

A pasta informa, ainda, que com a aprovação no Congresso Nacional da Emenda à Constituição nº 95, o Governo Federal ampliou o gasto mínimo para a saúde em 2017. A EC 86 previa, em 2017, gasto mínimo com ações e serviços de saúde de 13,7% da Receita Corrente Líquida da União, chegando a 15% em 2020. Com a EC 95, esse percentual sobe para 15% já em 2017. Em 2017, sem a EC 95, o piso seria de R$ 105,3 bilhões e com a aprovação do texto o piso e o gasto total subiram para R$ 115,3 bilhões na Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Congresso. Ou seja, mais R$ 10 bilhões para a saúde em 2017”, diz a nota.

 Fonte: RBA

terça-feira, 25 de julho de 2017

Charge dos nossos dias

Por Renato Aroeira


Unespar realiza posse da direção do campus de Paranavaí


O reitor da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), professor Antonio Carlos Aleixo, preside nesta terça a solenidade de posse da nova direção do campus de Paranavaí. O evento é aberto ao público e será realizado às 19h30, no Centro de Conferências do campus.

Serão empossados para os cargos de diretor e vice-diretor, os professores Edmar Bonfim de Oliveira e Ivan Ferreira da Cruz, respectivamente.

Ambos integravam a chapa Unespar Democrática, única inscrita para o processo eleitoral que teve a votação realizada no dia 1º de junho. Os candidatos receberam um total de 489 votos divididos entre docentes, estudantes e agentes universitários.

PERFIS - Edmar é graduado em Administração, mestre em Engenharia de Produção e doutor em Educação. Atua como docente do colegiado de Administração do campus de Paranavaí, desde julho de 2016 responde como diretor do Centro de Área de Ciências Sociais Aplicadas e também integra conselhos superiores da universidade.

Ivan é docente da instituição desde 1981, possui graduação em Ciências Contábeis e é especialista em Administração Financeira. Já foi diretor da então Faculdade Estadual de Educação Ciências e Letras de Paranavaí (Fafipa), atual campus de Paranavaí, entre os anos de 1993 e 1997 e vice-diretor de 1990 a 1993.

O próximo presidente poderá revogar as reformas trabalhista e previdenciária?

O advogado responde questão, uma das principais dúvidas da oposição aos desmontes do governo de Michel Temer.



Desde que o presidente golpista, Michel Temer (PMDB), assumiu o poder, uma série de desmontes de direitos sociais vêm sendo aprovados no Congresso Nacional.

A Reforma Trabalhista (PLC 38/2017), legislação que altera mais de cem regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e prevê pontos de negociação entre empregadores e empregados que passarão a ter força de lei, foi sancionada por Temer neste mês, após ter sido aprovado pelo Congresso Nacional. Durante a tramitação, o governo chegou a negociar com os parlamentares a votação rápida das mudanças, em troca da garantia de vetos e da revisão de alguns pontos polêmicos da medida.

Já a Reforma da Previdência, uma das bandeiras do governo que visa flexibilizar os direitos garantidos pelo Sistema Previdenciário brasileiro, tem sido retomada em discursos realizados por Temer, uma vez que sua aprovação ainda é um desafio para o governo.

Nesse cenário, uma série de mobilizações populares e greves vêm sendo realizadas desde o Impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, por todo o país, tendo como pauta, principalmente, o repúdio aos desmontes e a exigência de eleições diretas.

Com a perspectiva da eleição presidencial de 2018 e a possibilidade de sua antecipação, diante das denúncias de corrupção contra Temer, a população que se opõe ao atual governo vem se questionando sobre a possibilidade da revogação das reformas no futuro.

É o que indagou a atriz Sheila Alencastro, abordada pela reportagem para esta edição do quadro "Falaí". "Eu gostaria de saber se, na esperança de haver eleições no ano que vem, o presidente ou presidenta eleita teria o poder de voltar atrás com alguma das reformas, trabalhista ou previdenciária?".

Segundo o advogado e professor de direito da Universidade Mackenzie, Rodrigo Salgado, em resposta à Sheila, um novo presidente eleito não teria esse poder sozinho. "Ele poderia revogar se enviasse um novo projeto de lei ao Congresso, e a partir daí acontecesse o mesmo rito que as reformas passam para aprovação", explicou.

Entretanto, para Salgado, a possibilidade de barrar tais reformas depende de uma formação menos conservadora no Congresso, e da capacidade de mobilização do povo. "Quem é contra a reforma precisa eleger pessoas que sejam contra esse retrocesso e busquem mudar a realidade legislativa no Brasil. É preciso fazer pressão nas ruas e entender que o direito não se conquista apenas nos tribunais", ponderou.

Edição: Anelize Moreira
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